domingo, 26 de junho de 2011

Plantas no Ambiente de Trabalho



Existe um conjunto de sintomas relacionado à permanência em edifícios - dor de cabeça, desordens do sistema nervoso, alergias respiratórias, anormalidades e coceiras na pele, falta de concentração, cansaço e letargia, congestão respiratória e dos seios da face, asma e irritações na garganta, prurido e ardor nos olhos, originada pela ventilação inadequada, contaminantes químicos de  interior, contaminantes químicos exteriores, contaminantes biológicos e agentes desconhecidos. As ausências dos trabalhadores por doenças, baixo desempenho, desconforto e desestímulo, causados por um ambiente pouco saudável, têm grande significado financeiro, além de todas as responsabilidades sociais e legais daí decorrentes. As ausências em cargos de chefia ou coordenação significam perda de eficiência de toda a cadeia de funções. Além da capacidade de melhorar o ar interno ao remover produtos químicos, as plantas também mantêm níveis adequados de umidade ambiental. As plantas também diminuem em até 20% a poeira dos ambientes e “plantas saudáveis e não movimentadas não emitem esporos”. As plantas podem absorver sons, o que diminui a reverberação e o ruído ambiental. Paralelamente a todas essas vantagens, a convivência com as plantas satisfaz necessidades básicas de contato com a natureza, trazendo sensação de bem-estar àqueles que usufruem de sua presença (Reduzem o estresse aumentando em até 12% a produtividade).


quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mensagem do Chefe Seattle


Carta alegadamente escrita em 1.855 pelo chefe da tribo Seattle ao Presidente dos Estados Unidos Franklin Pierce, que pretendia comprar uma grande parte das terras indígenas.

"Sabemos que o homem branco não compreende nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e, depois de a conquistar, ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seus antepassados e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Fica esquecido da sepultura de seu pai e do direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra - e seu irmão - o céu - como as coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelhas ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra deixando um deserto. Não sei. Nossos modos de vida diferem dos teus. A vida de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada entende. (...) O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. (...) Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados. Para que tenham respeito aos pais, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios. De uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra."

domingo, 19 de junho de 2011

Livros e revistas usados - O que fazer?






Você ainda tem livros e revistas esquecidos em uma estante, com a esperança de que algum dia ainda possa ler? NUNCA JOGUE-OS FORA! Digitalize o que possa lhe interessar. Venda para um sebo, devolva para alguma livraria que tenha um programa de devolução em troca de créditos, faça trocas com outras pessoas ou sebos, doe a escolas, hospitais, entidades assistenciais, consultórios ou bibliotecas. Em último caso, encaminhe para reciclagem. As revistas e livros, mesmo que tenham informações ultrapassadas, podem servir para alguma criança recortar ou exercitar a leitura. Eventos em parques de cidades, promovidos por prefeituras, para trocas, são uma boa alternativa. Questão de consciência...



sexta-feira, 10 de junho de 2011

Uso do celular e possíveis riscos


Muito se tem falado sobre possíveis riscos do uso do celular. Existem várias discussões sobre o assunto, como a possibilidade de causar desastre de avião, de causar explosão em postos de gasolina, da incompatibilidade com a condução de automóveis, do risco de condução de eletricidade em tempestades durante a utilização, de fazer mal à saúde em caso de uso excessivo (causar problemas de visão, da memória, dor de cabeça e câncer). Recentemente as atenções recaíram sobre o risco de desenvolvimento de câncer no cérebro, com a divulgação da Organização Mundial da Saúde (OMS) (colocou os aparelhos na lista de ‘agentes possivelmente cancerígenos’: grupo 1  – inclui os agentes comprovadamente cancerígenos; grupo 2A - agentes provavelmente cancerígenos; grupo 2B – agentes possivelmente cancerígenos). As ondas ou a radiação eletromagnética existente na transmissão e recepção de celulares são semelhantes com as que produzem o rádio, a televisão e o forno de micro-ondas. A radiação é do tipo não-ionizante, diferente da que emite uma máquina de Raio-X (ionizante), por exemplo. São fontes de baixa energia. Porém, sabemos que tudo que é excessivo pode fazer mal. A radiação em grande intensidade faz mal. Então, mesmo que não exista uma confirmação científica, podemos evitar possíveis problemas com o uso dos aparelhos, evitando comprar aparelhos que estejam fora das normas brasileiras de fabricação – 2 watts por quilograma (A Anatel agora exige que conste na embalagem os níveis de radiação), trocar de lugar constantemente quando ele estiver junto ao corpo (bolso direito e esquerdo da calça, bolso do casaco, bolsa), se possível guardá-lo longe do corpo quando não estiver em uso, alternar o uso direto com o fone de ouvido, evitar falar mais de seis minutos por ligação (conforme recomenda a OMS), manter uma pequena distância do ouvido, utilizar mensagens no lugar de ligações quando der, evitar chamadas prescindíveis e colocar no viva-voz. Podemos pensar, com tudo que já se ouviu a respeito, que a questão não é se vamos usar esta tecnologia, mas sim como vamos fazê-lo... Ah! O uso do celular ao dirigir aumenta em 400% o risco de acidentes... (mesmo que no viva-voz ou fone de ouvido). Seja consciente!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A lição do bambu chinês



Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada. Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu. Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Um escritor americano escreveu: “Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês”: você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5° ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava... O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos... Especialmente no nosso trabalho (que é sempre um grande projeto em nossas vidas). É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão. Tenha sempre dois hábitos: Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos! É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

AUTOR DESCONHECIDO



sábado, 4 de junho de 2011

Piada Sem Graça



Muito se tem falado em Bullying, em atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Mas quero chamar a atenção para um tipo especial, muito comum em nosso meio. As pessoas têm sido constantemente agredidas psicologicamente com piadas que não têm nada de engraçado e que muitos acham normais e se divertem com isso. Os humoristas, as próprias pessoas de nosso convívio, vizinhos, colegas, entre outros, costumam fazer graça com os nossos aspectos físicos, econômicos ou com as preferências de cada um. Os gordos, os magros, os negros, os anões, os deficientes, os religiosos, os gays, etc., sofrem muito, porque são agredidos com palavras sistematicamente. Precisamos desafiar este tipo de comportamento. Não podemos manter este hábito. Não é brincadeira. Não é engraçado. As vítimas que sofrem bullying podem contrair sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.