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terça-feira, 31 de maio de 2011

Biopirataria



A Biopirataria consiste na apropriação indébita de material vivo, muitas vezes se aproveitando da sabedoria dos povos tradicionais sobre o uso de plantas, animais e localização da biodiversidade com a finalidade de explorá-los comercialmente, sem que a população local ou mesmo o país de origem do produto tenha algum direito sobre ele ou algum benefício financeiro.  Em muitos casos, grandes indústrias farmacêuticas financiam o tráfego ilegal de animais silvestres, ou mesmo montam verdadeiros laboratórios em meio às selvas brasileiras, onde princípios bioativos da fauna e flora brasileira são descobertos, levados para o exterior e patenteados por grandes corporações que os revendem ao país de origem como remédios. Um bom exemplo é o chá de quebra-pedra (Phyllanthus sp.), que as comunidades tradicionais utilizam para fins diuréticos e problemas  renais.  Esta planta foi processada sinteticamente por um laboratório americano, revendida para o Brasil na forma de remédio industrializado e consumido pelos próprios brasileiros sem que o país ou a população esteja se beneficiando financeiramente.  O combate ao tráfico de animais envolve enormes dificuldades.  A primeira é a pulverização da atividade, que abastece mercados variados. Entre as quadrilhas de biopiratas, que contrabandeiam serpentes, sapos e seus venenos, e os colecionadores internacionais de animais exóticos, que chegam a pagar 60.000 dólares por algum tipo de arara e aderem a modas estranhíssimas, como criar jibóia. Ainda existe uma gama de atividades que parecem desimportantes.  É o caso do artesanato (exemplo: penas e peles de animais).

domingo, 29 de maio de 2011

Fungo encontrado no amendoim




Apesar dos benefícios do amendoim e de seus subprodutos, precisamos ter em mente que, mesmo industrializados, podem conter fungo. A aflatoxina produzida por este fungo é um dos principais tipos de micotoxina existentes e seus efeitos em seres humanos e animais são incessantemente pesquisados em todo o mundo. Entre os principais efeitos à saúde humana causados pela aflatoxina estão: a hepatite do tipo B, sérios danos ao sistema nervoso e o câncer primário do fígado. A Organização Mundial de Saúde já concluiu que a aflatoxina pode desenvolver câncer primário no fígado do homem, porém isto não significa que, ingerindo aflatoxina, a pessoa fatalmente contrairá câncer, mas sim, que existe um risco maior. Os efeitos que a aflatoxina pode causar dependem da dose e da freqüência com que é ingerida, ou seja, são cumulativos. As micotoxinas são elementos tóxicos, originárias de fungos, que sob certas condições de umidade, oxigênio e temperatura, se desenvolvem em produtos agrícolas e alimentos. Elas são estáveis e termo-resistentes e, portanto, muito difíceis de serem eliminadas através de controles de temperatura e químicos. Um grão pode contaminar todo um lote de produção. No caso específico do amendoim, a contaminação pode ocorrer em qualquer uma das diversas etapas do processo produtivo, tanto pela utilização de matéria-prima inadequada, quanto por questões que envolvem a manipulação, armazenamento e transporte do produto, seja por parte do fabricante, ou do estabelecimento que o comercializa. Quarenta por cento das amostras de amendoim analisadas pelo Inmetro foram consideradas não conformes, por apresentarem contaminação por aflatoxina acima do limite permitido pelo Ministério da Saúde.


Para saber mais:


www.micotoxinas.com.br



terça-feira, 24 de maio de 2011

Mensagem








“O valor final da vida depende mais da consciência e do poder de contemplação que da mera sobrevivência."


                                          Aristóteles


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Prevenção em Casa




A prevenção é a melhor saída para evitar acidentes caseiros. Existem muitas soluções disponíveis atualmente, principalmente para garantir a segurança de crianças e idosos. Instalação de grades e redes nas janelas e sacadas, barras em volta do banheiro para se segurar, corrimãos nas paredes, protetores nas tomadas, fitas e pisos antiderrapantes, móveis sem quinas, fecho para armários e gavetas, adaptações para fogões, protetores de espuma para cantos pontiagudos, bordas arredondadas em silicone ou borracha, portão de segurança para portas e escadas, proteção ou vedação em lareiras. As pequenas atitudes podem fazer a diferença: manter longe do alcance os produtos tóxicos (com tampas de segurança e hermeticamente fechados), remédios, objetos muito pequenos, cintos, gravatas, plásticos, balões e equipamentos elétricos, não deixar fios soltos, evitar ou esconder velas, travar gavetas com produtos perigosos (talheres, vidros, material de limpeza), evitar o acesso a banquinhos e cadeiras, não plantar vegetais venenosos, manter todas as panelas e alças viradas para o fundo do fogão, ter cuidado ao manipular líquidos quentes que possam respingar ou derramar, lembrar-se repetidamente de manter a criança longe quando alguém estiver cozinhando, deixar alimentos e bebidas quentes longe da borda da mesa, evitar tapetes em chão escorregadio, manter a tampa do vaso sanitário fechada.



domingo, 15 de maio de 2011

Pacto Nacional para Redução dos Acidentes de Trânsito




O Brasil está participando da Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-2020, convocada pela ONU. Conforme mencionado pelo Ministro das Cidades, Mário Negromonte, a intenção é encontrar meios de comover a sociedade civil. A conscientização deve começar pela educação, pela melhoria da gestão dos órgãos de trânsito, sendo fundamental o envolvimento de prefeitos e governadores. Os municípios, como órgãos concedentes do transporte público, devem exigir a capacitação dos motoristas de ônibus e táxi para boas práticas no trânsito. Foi anunciado o investimento de 18 bilhões de reais para projetos de mobilidade urbana, para qualificarmos e modificarmos o transporte público para que as pessoas andem menos de carro. Os acidentes de trânsito, comum a todas as nações, tomaram a dimensão de flagelo social, em razão da sua severidade; e de calamidade econômica, face a elevação dos custos de produção na atividade do transporte rodoviário. Por isso, atitudes efetivas pelos governos e pela própria população já deveriam ter sido tomadas há bastante tempo.

sábado, 7 de maio de 2011

Consumo Colaborativo: compre esta idéia



O acesso à informação em tempo real e de forma global, mais fácil e econômico, e a necessidade de mudanças na forma de consumir (principalmente em relação aos impactos ambientais), está colaborando para a criação de uma nova forma de consumo: o consumo colaborativo. A cultura do “quanto mais melhor”, do “é meu”, está se transformando. A prática de trocas, sem a necessidade do dinheiro, que existia antes do capitalismo, toma força. Está diminuindo a idéia de propriedade, materialização e monetização. A posse está dando lugar às necessidades e às experiências. A reputação é valorizada, porque podemos consultar fóruns e sites de reclamações. A economia de compartilhamento se baseia na coincidência de necessidades e desejos entre as pessoas. As pessoas começaram compartilhando fotos, músicas, toque de celular. Atualmente as ações de compartilhamento, troca, empréstimo, intercâmbio, aluguel e doação, estão se expandindo. Eis alguns exemplos de utilização da economia de compartilhamento: aluguel de carros e de vagas de estacionamento por algumas horas, empréstimos de objetos para outra pessoa por alguns dias, aluguel de livros, troca de um objeto por outro (roupas, brinquedos, bicicletas, etc.), aluguel de ferramentas, entre outros. O que fazer? Quando precisar de alguma coisa, evite a compra e busque novas formas de ter aquilo que é necessário. Comece sempre pensando em uma maneira de pegar emprestado de alguém ou de alugar, e faça com que seus pertences em desuso circulem. Assim você gastará menos e ainda estará ajudando a natureza com a redução de resíduos.