domingo, 21 de novembro de 2010

Seres Dimensionais



Estou envolto a sensações extra-sensoriais captando mensagens intuitivas sobre o fato de que não somos seres apenas como imaginamos vivendo unicamente atividades cotidianas, e os problemas e prazeres terrenos. Somos, verdadeiramente, seres dimensionais, coexistimos em realidades paralelas, em múltiplas dimensões e concomitantemente. É chegado o tempo de expandirmos as nossas consciências e desapegarmos da realidade tridimensional  como se ela fosse a única. É momento histórico de rompermos  com teses espirituais obsoletas, que foram edificadas sobre a égide do medo e da premiação futura. O medo somente aprisiona, escraviza e acaba não permitindo o crescimento do espírito, que se dá, integralmente, quando vivemos a plena liberdade, sem medo. Também não existe o futuro, não há como se falar em paraíso após a morte (prêmio futuro), já que, ao desencarnarmos, continuaremos a viver em outras dimensões, tal como já o fazemos agora, na dimensão terrena e em outras. Naquele momento, tal como acontece agora, estaremos “experienciando” a felicidade de acordo com o grau espiritual alcançado e buscando, de forma contínua, o progresso do espírito. Há que se dizer, também, que  não há o futuro idealizado pelas doutrinas religiosas, vivemos somente o agora, nesta e em outras dimensões e, por isso, é preciso ver amplamente, com olhos do espírito. É fundamental viver o amor incondicional aqui e nas demais dimensões e se deliciar pelos paraísos conquistados por nós, aqui e lá, fruto do amor integral por nós mesmos e por todos os seres e por tudo que existe. O paraíso é a felicidade íntima que o ser dimensional sente internamente em todos os lugares, em todas as dimensões em que se vive de forma paralela. É tempo de ver a cortina da ilusão se desfazer definitivamente e poder, enfim, vermo-nos como efetivamente somos, despertando-nos para a consciência de que somos seres dimensionais vivendo em mundos paralelos, neste instante e sempre.

Poesia de Moacir Sader  – (outubro/2009)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Morro Santa Tereza É Nosso




O Morro Santa Teresa permanece propriedade do povo gaúcho graças à importante vitória que evitou a entrega desse belíssimo patrimônio público à especulação imobiliária. Agora precisamos garantir que esse morro maravilhoso, riqueza de fauna e flora, no meio da cidade de Porto Alegre, com uma vista deslumbrante do estuário e da cidade, se transforme num parque público. Se você quiser ajudar, assine a carta de intenções no site:

http://www.omorroenosso.com.br.

Na área de 74,5 ha, igual a dois Parques da Redenção, 23 ha são mata nativa, dividida em mata ciliar na beira de córregos e nascentes e mata de encosta de morro. Tudo Área de Preservação Permanente - APP. Segundo laudo pericial da Fundação Zoobotânica, há treze espécies da flora do Rio Grande do Sul ameaçadas de extinção, três em perigo e dez na categoria vulnerável, além de fontes e um curso d’água. É o paradeiro dos papagaios e caturritas que sobrevoam os nossos bairros. Se encontram prédios construídos no século XVIII. Um deles, construído em 1869 no estilo neoclássico, foi transformado na época em convento e, hoje, em espaço para convivência dos adolescentes infratores. Outro, que foi residência de veraneio de Dom Pedro II, é hoje o Asilo Padre Cacique. Tem uma enorme Saibreira, cobertura vegetal que mistura argila e areia. Essa superfície, que mantém o Morro Santa Teresa de pé, foi um dia usada para calçar o bairro Menino Deus. Há seis vilas que fazem parte do Santa Teresa. São elas Santa Rita, Figueira, União Santa Tereza, Ecológica, Gaúcha e Padre Cacique. O total de moradores dessas comunidades chega a 10 mil pessoas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tábua de carne e utensílios de madeira




Estudos demonstraram que os microrganismos se fixam na superfície da madeira, principalmente nas ranhuras e é muito difícil retirá-los no enxágüe. Uma vez fixadas, as bactérias sobrevivem ali, em uma fase dormente, por longos períodos de tempo. Quando a tábua de madeira ou utensílio (colher de pau, por exemplo) for novamente usada, essas bactérias podem contaminar outros alimentos, causando potencialmente doenças veiculadas por alimentos. Por isso, se a sua tábua de carne é feita de madeira, livre-se dela. Prefira as de polietileno ou de vidro, que além de mais higiênicas são fáceis de limpar. Os microrganismos presentes em tábuas plásticas são eliminados pela lavagem. Não use palha de aço ou produtos abrasivos. Use uma mistura de água, detergente e álcool e periodicamente coloque-as em solução clorada. Quando estiver gasta troque por uma nova. O ideal é utilizar uma para cada tipo de alimento, sendo uma para carnes, um para hortaliças e uma para legumes. Nas cozinhas mais elaboradas já encontramos três cores de tábuas distintas para facilitar a identificação. Mas para quem não pretende seguir esta regra, tenha ao menos duas unidades, uma para carnes e outra para os outros alimentos.



domingo, 7 de novembro de 2010

Princípio do Vazio





Tens o hábito de juntar objetos inúteis acreditando que um dia (não sabes quando) vais necessitar deles? Tens o hábito de juntar dinheiro sem gastá-lo, pois imaginas que ele poderá faltar no futuro? Tens o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há muito tempo? E dentro de ti?... Tens o hábito de guardar raivas, ressentimentos, tristezas, medos e outros sentimentos negativos? Não faças isso! Vai contra atua prosperidade! É preciso deixar um espaço, um vazio para que novas coisas cheguem à tua vida. É preciso se desfazer do inútil que há em ti e em tua vida para que a prosperidade possa acontecer. A força deste vazio é que atrairá e absorverá tudo o que desejas. Se acumulares objetos e sentimentos velhos e inúteis não terás espaço para novas oportunidades. Os bens necessitam circular. Limpe as gavetas, os armários, o depósito, a garagem… A mente… Doe tudo aquilo que já não usas… A atitude de guardar um monte de coisas inúteis só acorrenta a tua vida. Não são só os objetos guardados que paralisam a tua vida. Eis o significado da atitude de guardar: quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência… Acredita-se que, amanhã, poderá faltar e que não haverá maneira de suprir as necessidades… Com esse pensamento, estás enviando duas mensagens ao teu cérebro e à tua vida: A de que não confias no amanhã. E que o novo e o melhor NÃO são para ti… Por isso te alegras guardando coisas velhas e inúteis! Até o que já perdeu a cor e o brilho... Deixa entrar o novo em tua casa… E dentro de ti… Por isso, depois de ler esta mensagem, não a guardes somente para você... Comparti-lhe para que a prosperidade e a paz cheguem a ti. Boa sorte!


Autor: Joseph Newton



sexta-feira, 5 de novembro de 2010





“Os homens se julgam livres por terem consciência das suas escolhas mas, ignoram as causas pelas quais são determinados a escolher."

(Spinoza)



segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Salve Vidas: Limpe Suas Mãos (OMS)


A prática de lavar as mãos com água e sabão evita muitas doenças. Vírus, fungos e bactérias estão sempre presentes. A simples medida de lavar as mãos evita a propagação de infecções e poderia acabar com a mortalidade infantil por diarréia. Caso não seja possível lavar as mãos, recomenda-se o uso do álcool gel. Procure lavar as mãos após ir ao banheiro ou mexer em dinheiro, antes da refeição, quando chegar em casa, e, em tempos de gripe, após tossir ou espirrar. Como lavar as mãos: molhe as mãos com água; coloque sabão nas mãos; esfregue bem as palmas e o dorso das mãos; esfregue os dedos entrelaçados; limpe os polegares com a palma da mão; enxugue as mãos com toalha descartável e feche a torneira com o mesmo papel.